terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

CASA NOVA

mudei de casa
para a casa que promete ser a vossa casa
para sempre


https://joanajourney.blogspot.com

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Viajar || Coisas que não gosto



Quando existem lugares marcados e as pessoas fazem uma fila enorme para conseguir entrar primeiro no avião.
Sei que, muitas vezes, é para poderem pôr as malas por cima da sua cabeça, mas se formos todos cívicos isso também é possível.

Pessoas que correm de um lado para o outro e não me deixam tirar fotografias. Sou uma pessoa de detalhes e, por isso, tenho necessidade de ver tudo com muito pormenor. Gosto até de ver as imagens que as pedras fazem - como a brincadeira das nuvens, mas com pedras -.

Porque é que é mais fácil fazer a mala à ida? Quando voltamos parece que não cabe tudo!

Quero sempre comprar imensas coisas, mas é tudo demasiado caro. E também nunca sei o que escolher. Há sempre imensas coisas que ficavam bem comigo.

Acabou. Quando as viagens acabam, quero sempre voltar, quero sempre marcar outra viagem.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Música || Ed Sheeran


E no dia 1 de junho, o Ed Sheeran espera-me!

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Diz Olá. Olá, Agosto.

Diz olá ao arrumador de carros, diz olá ao senhor do café, diz olá à professora chata que queres ver pelas costas, diz olá aos amigos, diz olá à senhora ranhosa do bar e à senhora fofinha, diz olá ao motorista que não tem trocos, diz olá aos teus pais, diz olá à família, diz olá a quem passa despercebido, diz olá às melhores amigas do mundo, diz olá ao mundo, diz olá a ti próprio no espelho, diz olá à criança que passa e sorri, diz olá a quem já não vês há muito tempo. diz olá ao bom tempo. Diz olá ao calor. Diz olá aos passeios à beira mar. Diz olá às tardes em bancos de jardim. Diz olá aos trabalhos intermináveis. Diz olá ao lado bom. Diz olá.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Uma viagem à DisneyLand Paris || 2017


Cinco dias em terras francesas, quatro dias na Disney, um dia em Paris. O avião começou por se atrasar uma hora e o Tony Carreira foi no meu avião. Não encontramos o senhor que nos ia levar para o hotel e depois ele lá apareceu com a sua plaquinha. No caminho percebi que não sabem conduzir em Paris e tive medo. Pousamos as coisas no hotel e apanhamos o autocarro para a Disney. Awww. Magia. Demoramos a perceber como se tiravam os bilhetes, mas lá conseguimos. Eu fiquei com o do Mickey. Fomos até à Casa Assombrada e acho que foi a primeira vez que a vi na sua totalidade. Andamos na Big Thunder Mountain e apanhamos o Indiana Jones com muita pouca fila. Dei mais um abraço ao Pateta e um beijinho ao Pluto. O Gênio acenou-me e ficou muito bem na fotografia. Fomos ao restaurante do Timon e Pumba e comi almôndegas com arroz - arroz! -. Passeei entre grutas e pontes e fui ter com os piratas. Passei no túnel do Aladin e vi a parada da tarde sentada no chão enquanto uma menina dormia ao meu lado. Sorri para a câmara na Space Mountain e dei tiros no Buzz Lightyear. Sentámo-nos muito cedo em frente ao castelo. Queríamos a melhor vista para o espetáculo final. Jantei nuggets em forma de estrela e vi um espectáculo cheio de amor e foguetes. Fui dormir e acordei com energia para aproveitar os Studios. Ouvia-se português e espanhol, mais do que francês e inglês. Experimentei o chapéu do Pluto pela primeira vez e quis trazê-lo, só porque sim. Vimos espetáculos do Star Wars e Motors... Action, com o Faísca. Cantei Aerosmith na Rock n'Roller Coaster e esperei, como sempre, muito tempo para andar no Nemo. Já pude experimentar o Ratatouille. Voltei a adorar a Tower of Terror. Os Tapetes do Aladin são engraçados, continuo a achar o Slinky Dog ZigZag Spin estranho e enjoo no RC Racer, mas ando. Andei no Studio Tram Tour com a mesma magia de sempre e como se não soubesse o que ia acontecer. Saímos dos estúdios e corremos para o Pequeno Mundo e o Pinóquio - estavam, estranhamente, sem fila! -. Descobri a chávena dos 25 anos da Disney. Passeamos pelas galerias e descobrimos que existem bonecos de cera lá no meio! O terceiro dia começou com a princesa do hotel a juntar-se a nós ao pequeno almoço e com uma ida a Paris de metro. Para tirar os bilhetes enganei-me duas vezes no cartão e estava a chover. Saímos na Ópera e vi o Luís de Matos num cartaz. Deram-me um Lipton Green Tea Ice Tea e foi aí que fiquei fã. Passei pelo Arco do Triunfo, o Museu do Louvre e por todas as pontes bonitas que fazem Paris. Fui a Notre Dame e gosto tanto! Passeei pelos caminhos à volta da Torre Eiffel e tiramos muitas fotografias. Começou a chover cada vez mais e fugimos para o metro mais perto. Um fim de tarde na piscina e um jantar na pizzaria Vapiano. Comprei uma caneca super querida e que me apaixonou. O dia seguinte foi o dia de começar como uma verdadeira princesa, a subir ao Castelo e a descer, para ver o Dragão. Fomos ao poço da Branca de Neve e vimos o espetáculo dos 25 anos. Conseguimos uma ida à Branca de Neve e um fast pass para o Peter Pan. Estive com a Alice no País das Maravilhas e o Chapeleiro e fui dar um abracinho ao Mickey. Fiz o Labirinto da Alice com muita chuva, enquanto cantava I'm singing in the rain. Voltei aos Studios para ver o espetáculo de magia e comer crepes - nhhaam -. Andei no Cars e tirei fotografias no guarda chuva. Voltei à Rock n'Roller Coaster e achava mesmo que conhecia um senhor espanhol. Liguei aos meus primos enquanto esperava para a Tower of Terror e eles estavam na Isla Magica. O senhor espanhol voltou a estar connosco na fila e estava a tornar-se constrangedor. Uma menina espanhola estava com medo de andar e estive a falar com ela. Saímos dos Studios e fomos passear - finalmente vi o barbeiro -, andar nas Chávenas e voltar a ver o espetáculo da noite. O último dia começou com o passeio de comboio à volta do parque e com uma ida à Space Mountain - com direito a ficar parada uns segunditos -. Encontrei um hooligan que conhecia o Vitória no Storybook Land Canal Boats e depois fui ao Casey Jr. Circus Train. Conheci uma Rainha de Copas muito simpática que brincou muito com a minha GoPro. Comprei pipocas e vi o espetáculo das princesas. Dei a volta de barco ao parque e tirei uma fotografia na charrete na Cinderela. Estive com o Pato Donald à saída do parque. Pegamos nas malas e fomos para o aeroporto. Adormeci na viagem de carro e o condutor gozou comigo.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Séries || La Casa de Papel


Resisti a todos os sites e a todas as pessoas que me diziam que não ia resistir, e vi a segunda parte na netflix. A verdade é que não sou de séries, mas esta chamou-me a atenção. Se quiserem, começamos numa das coisas que mais gosto, é em espanhol e passada em madrid. Como não quero dar spoiler, ainda que acredite que já quase todos a viram, vou falar-vos do que mais me cativou.
Há partes que deviam ser melhor pensadas e que são um bocado irreais. Gostava muito de saber o que estavam a fazer atualmente os sobreviventes. Há coisas que ficam por perceber. Mas...
A Nairobi, é a motivação, é um motor que não pára! O Berlim, atrevo-me a dizer que é a minha personagem preferida, mesmo com os mil e quinhentos defeitos que conseguem encontrar nele, a capacidade de persuasão, de empatia, de fazer teatro, supera. O Moscovo, a quem, carinhosamente, apelidei de papá. O enredo consegue captar a tua atenção e, quando dás por ti, estás dentro da série, a torcer pelos assaltantes - deveria ser ao contrário, não? -. O que se passa nesta série é que os supostos vilões, nem sempre o são. São a verdadeira definição de ser humano, talvez. As nossas impressões sobre as personagens vão-se alterando, mas depois voltam à nossa primeira expectativa, e depois afinal não. E nunca sabes o que esperar mais. Acho que as personagens estão tão bem construídas que, rapidamente, consegues criar empatia com todas.  Os flashbacks fazem a história ainda mais real e garantem a perceção de tudo. Gosto quando não há uma narrativa sequencial, acho que isso acaba por ser demasiado "ok, então a seguir é isto que vai acontecer" e, assim, nunca sabes o que esperar. A realidade é que dás por ti completamente envolvido - eu dei por mim a cantar fado e a dançar quando elas estão no quarto -, com vontade de ligar à polícia e dizer "parem, eles são bons e já vão sair". Como é que alguém é capaz de planear cada passo desta maneira? Um grupo tão diferente, com pessoas tão distintas, e um trabalho tão bem feito. 
Bom elenco, boa banda sonora, boa fotografia, bom enredo. Querem melhor desculpa para começarem a ver uma série?


quarta-feira, 28 de março de 2018

Música || Carta Aberta_João Couto

Gostam de música portuguesa? Carta Aberta é o novo álbum de João Couto. Ouçam já! Sabem aquelas músicas que ficam no ouvido? É isto. Eu juro que não se vão arrepender de o ouvir inteiro, seguido, e várias vezes, em loop. 



segunda-feira, 26 de março de 2018

Família || Dia do Pai

O dia do pai, como o dia da mãe, como o dia dos avós, como o dia da família, é dia de amor. É dia de relembrar os melhores momentos e voltar a fazer traquinices, como quando a idade permitia. E traquinices há muitas. 21 anos de partilha, de memórias tão bonitas. Mesmo as memórias em que eu tinha de correr no hospital para te ver são bonitas. Quando eu fingia uma dor de barriga só para te ir ver ao trabalho. Porque de manhã já não estavas e à noite ainda não estavas. De todos os teus defeitos, o pior é não saberes dizer "não" aos outros e dizeres "não" a ti próprio, tantas vezes. És amor para quem passa por ti, e eu passo todos os dias. Mesmo quando são só 30 segundos. És amor desde o dia em que me levaste, pela primeira vez, a um jogo de futebol, desde a primeira viagem que fizemos, desde que me ensinaste a amar, desde que me deste a conhecer todos os cantos de Guimarães. Foste sinónimo de amor quando me tiraste as rodinhas da bicicleta, no dia em que, tu e a mãe, me viram tirar as braçadeiras numa piscina e no dia em que fizemos um concurso de arrotos. Mesmo sabendo que ia cair e estragar o joelho, mesmo sabendo que não tinha pé, mesmo sabendo que do outro lado a mãe já estava a berrar. És amor quando fazemos quilómetros para ver o VSC, quando me vais buscar a Braga e espirras - por seres alérgico a essa cidade -, quando implicas comigo por não conduzir e por todas as cervejas que fazes questão de perguntar se aceito. Pões tudo o que és, no mínimo que fazes, sem clichés e coisas dessas. És o espelho de comportamentos, de atitudes e sentimentos. És um dos vários seres humanos tão bonitos que espero seguir e ser parecido com.

Ao melhor pai do mundo,
da sempre tua,
Filha Preferida ❤︎


sábado, 3 de março de 2018

quis que fevereiro fosse um mês para refletir. e foi. foi preciso. muita coisa a começar e a acontecer ao mesmo tempo. a vida é bonita. e tem tudo para correr bem. vai tudo correr bem.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Dança || Retiro

'O que eu quero, o que eu acho, o que eu sinto, o que eu desejo... Preto no branco!'

Começar é sempre o lado mais difícil. Começar um ano e escolher um desejo. Começar um desenho e escolher um lápis. Começar uma aventura. Descobrir um novo tesouro. Os mapas são vários. Mas apenas um tesouro. Entre muitas opções, a decisão é de cada um. É aquilo que tu queres, achas, sentes e desejas. E ao longo da tua opção vais alcançando novas vitórias. ‘Cairás várias vezes como as folhas do outono, mas depois a primavera traz-te um sorriso novo’. Nesse caminho, vão-te ser impostas condições, vais ter sempre de fazer ainda mais escolhas. Vão sempre haver dois lados na moeda. Queres a cara ou a coroa? O que tu queres. Sentirás o sabor da glória. Sentirás o vento bater. O vento é tão traiçoeiro. O que tu sentes mudará com a direção e a força do vento. O coração também esfria - e aquece -. À medida que o tempo passa, o vento sopra, a chuva cai, o céu muda. ‘Em casa de menino de rua, o último a dormir apaga a lua’. Decisões difíceis. Ser ou não ser? Estás a dar o teu melhor? Lembra-te que todos estão à espera duma falha tua. Se falhares todos se vão lembrar. Raros são os que reconhecem o que fazes de bem. Queres fugir? Pega numa mochila e vai dar a volta ao mundo. Leva o que gostas, sentes e desejas. Leva, acima de tudo, vontade de descobrir coisas novas. O mundo é para isso. Junta todas as cores numa só. Clarifica as coisas. Preto no branco. És tu, tu e só tu. És tu quem decide, tu quem escolhe, tu quem sonha, tu quem tem o poder. Tens o poder de ser tu próprio. E se queres mudar não mudes pelos outros, muda por ti. Os outros, poucos são os que estarão contigo até ao fim do campeonato. Conhece novas pessoas, novos lugares. Faz bem. Aprende a saber errar. Aprende a saber crescer. Aprende que ter rugas se calhar não é assim tão mau. ‘Todas as linhas que atravessam a minha cara, contam a história de quem eu sou.’ Encara a vida assim. Vê as coisas pelo lado positivo. Fazer novos amigos é bom e não te esqueças que ‘tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas’. Ama. Dança de corpo e alma. Entrega aquilo que és ao mundo. Erra. Errar é bom. Mas não erres propositadamente, não te levará a lado algum. É o último jogo. O apito inicial foi dado. Deixa a bola rolar, o jogo é para a frente. Mas não esqueças que há jogadores lá atrás e que se calhar até fizeste jogadas magníficas no passado. Não esqueças, mas agora pensa no que vem a seguir. A vontade de ser diferente é grande. Não no sentido de sermos melhor que os outros. Mas no sentido de que temos também algo que podemos fazer bem. Marca golos de cabeça, de calcanhar, com o interior ou o exterior do pé, dá caneladas, finge estar mal, tem fairplay, faz a barreira, ajuda o guarda redes, cumprimenta o adversário, leva amarelos. Faz tudo o que tens direito, mas sabe como dar a volta ao que fazes de pior. Não tenhas dúvidas sobre a pessoa incrível que és. Não te deixes ir abaixo porque não foste convocado. Se não foste, corre até às bancadas, vê o jogo, aplaude, torce pelos teus. Assim, farás parte do jogo também. Mostra o que vales dentro ou fora. Respira com calma. Não tenhas pressa. Intervalo. Estás a dar o teu melhor. Estás a ganhar. Era aquilo que querias. Faz o que queres. Aproveita os últimos 45 minutos. Torna o teu sonho real. Não aches que os teus desejos são inatingíveis. Confia em ti. Marca o último golo da partida. Apito final. Fim do campeonato. Vais respirar o sabor da vitória. Dá a volta ao campo. Agradece. Pega na tua bandeira e orgulha-te dela. Seja qual for a tua decisão e a decisão dos outros, estejas a jogar ou apenas a apoiar, ganhando ou perdendo, sairás de cabeça levantada e sentirás o sabor da vitória. Acabas o jogo e tens o que achavas, o que sentias, o que querias e desejavas. Mostraste que seres tu próprio é a chave do sucesso. E confiar em ti. ‘Senta-te ao sol. Abdica e sê rei de ti próprio.’

sábado, 13 de janeiro de 2018

ERASMUS || Coisas que aprendi


Sou capaz de comunicar com outras pessoas, em diferentes línguas! É verdade, às vezes dava por mim a misturar espanhol, português, inglês, com sotaque italiano... Era uma mistura engraçada, e recordo sempre as conversas que tínhamos no campo de râguebi, entre muitas culturas diferentes. Sou capaz de ir e estar sozinha. Fui para Madrid sozinha, sem conhecer ninguém. Depois, claro que conheci muita gente, e gente de outras universidades, mais no centro que a minha. Vivi num quarto numa residência sozinha, mas conheci muita gente, gente que gostava de levar para sempre. Pode não começar bem, mas tudo melhora. Não vou dizer que tive 0 saudades. Mas a verdade é que foi uma coisa que quase não senti! A primeira semana estranhei, mas depois foi a melhor coisa de sempre! Eu sei lavar roupa. Ok, é só carregar nos botões e deixar aquilo a lavar. Parece mais difícil do que o que é. Eu sei cozinhar - ou fazer o básico, pelo menos -. Tenho 21 anos, sim. Mas nunca tive necessidade de cozinhar - tenho de evoluir este ponto! -.



domingo, 7 de janeiro de 2018

'home is where (he)art is'

Noutro dia a minha mãe mandou-me esta imagem a dizer 'faz-me lembrar alguém há uns anos'.

Aqui

sábado, 6 de janeiro de 2018

Joana || Objetivos 2018


Os objetivos têm de ser concretizáveis, certo? E convém serem realistas. Nunca gostei muito de fazer isto, é como se tivesse medo no fim, de achar que não vou ser capaz, de no fim me sentir fraca se não conseguir, sabem? Este ano quis mudar isso em mim. E não me quero sentir fraca no fim, porque vou dar o meu melhor para conseguir alcançar tudo o que quero.

Em 2018 comecei por tirar uma fotografia por dia, e espero continuar. É mesmo bonito ter uma recordação de cada dia, ter algo que me permita dizer que no dia X, do mês Y, de 2018, eu andei, sei lá, debaixo de um castanheiro. Coisas muito simples, mas que não são apontadas na agenda. Quem me acompanha?

Quero voltar ao exercício, porque, além de todos os benefícios que já sabemos, dizem que faz bem à mente! Conferem? A verdade é que eu era menos nervosa - não que agora seja muito -, quando andava na dança. Outra coisa que me faz muito bem, é escrever. Quero escrever mais.

Espero que 2018 seja sinónimo de conhecer mais! Se uma das minhas palavras de 2017 foi conhecimento, quero que essa me acompanhe sempre. Quero, e já estou a trabalhar nisso, ler mais. Quero viajar mais e propus-me três viagens - dentro ou fora de Portugal -. Quero fazer pelo menos uma viagem sozinha. Quero ver mais filmes - o primeiro filme do ano foi, outra vez, o Inside Out -. Quero variar mais a música que ouço. Quero conhecimento de outras culturas, de novas áreas. Espero fazer formações que não em psicologia, e apostar mais na fotografia, no design, no marketing. Fazer um intrarrail - um inter também aceito - e passar o ano novo fora estão na lista.

Que este ano seja sinónimo de um começar a tese e um começar o estágio! Que seja sinónimo de andar mais animada para acabar o curso, que traga a motivação que até agora faltou.

Quero ser mais eu, saber dizer mais vezes o que realmente quero, mesmo que isso signifique dizer um não a alguém, mas preciso de tempo para mim também. Para mim, e para os outros. Quero mais 'vamos' e menos 'depois combina-se'. Quero finalmente marcar o café que não tomamos há anos e dar o abraço que prometemos a última vez que nos vimos. Quero mais tempo em família, mais almoços e jantares, mais lanches, mais passeios, mais o que for, mas em família. Quero visitar mais vezes quem eu quiser.


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Bom ano


Que 2018 vos traga saúde, amor e dinheiro. Que aproveitem com quem mais gostam, que trabalhem no que gostam, que invistam no que querem, que alcancem o que mais desejam. Saibam amar, saibam ser vocês próprios. Que a vida vos sorria sempre!
Estão prontos para dar o vosso melhor, todos os dias, todos os anos? 

domingo, 31 de dezembro de 2017

2017 || Palavras

Confiança, amor, conhecimento.
Estas são, para mim, as palavras que definem 2017. 
Amor, porque sem amor, não há nada, nunca houve. Amor pelas perdas, pelas amizades - as que já existiam, as fortificadas, e as novas -. Amor pelos quatro anos de namoro. Amor pela família bonita. Amor pela U.DREAM. Amor pelas fotografias que tirei, pelos abraços que dei, pelos sorrisos que partilhei.
Confiança, na base de qualquer coisa que façamos. Confiança pelo que cresci, pelo que alcancei, pelo que ganhei. Confiança que ganhei em mim.
Conhecimento é uma palavra grande, onde cabe lá dentro tudo aquilo que eu quiser e eu imaginar. Conhecimento é o que ganhas onde tu quiseres - no que fazes, com as pessoas com que te cruzas, com os sítios que pisas -.
Se no ano passado saí da zona de conforto, este ano aprendi que posso estar em casa e, mesmo assim, crescer muito. Passei o ano em Portugal, fui rapidamente para Madrid, e passei dias difíceis. Percebi o quão incrível pode ser teres as pessoas certas contigo, para alinhar em tudo contigo. Voltei a Portugal de coração apertado, a ser muito difícil entrar em casa. Mas vim. Em janeiro fechei um capítulo. Em fevereiro não caí quando me tentei pôr pela primeira vez em cima de patins no gelo - uma vitória! -, voltei ao Minho e percebi que as pessoas estavam lá. Em março comecei a escrever mais um capítulo, desta vez com little blue hearts e aprendi a dar mais valor às pequeninas coisas, aprendi a perder o medo. Abril foi o mês da Páscoa, de uma ida ao Porto, mês de fotografias no estádio e de voltar a Madrid. Entrei nos 21 em maio, com pessoas que quero que fiquem sempre. Foi em maio que tive um Enterro da Gata nostálgico, que vi Quatro e Meia, Miguel Araújo, Lost Frequencies, HMB, Dillaz e Bezegol. Foi no meia desta semana que vi o Salvador Sobral ganhar a Eurovisão com a "Amar Pelos Dois". Em Junho voltou a Feira Afonsina, vi Os Azeitonas em Vila do Conde e passei alguns dias a visitar pessoas. Julho marcou pelo Gerês, por boleias atribuladas e por dias de sonho. Foi neste mês que percebi que, efetivamente, podemos fazer a diferença na vida de alguém, foi quando me disseram 'eu só queria ter uma família, eu nunca fui ao Mc, e vocês hoje fizeram o meu dia, foi o melhor dia de sempre, o melhor dia da minha vida', foi quando me abraçaram e começaram a chorar. Agosto trouxe a Áustria. Setembro trouxe a Disney, e o início do mestrado. Com outubro vieram os primeiros testes e uma família azul a crescer. Com novembro chegaram as Nicolinas e as lágrimas nos olhos. Dezembro trouxe A semana, trouxe Posses, um Pregão e umas Maçãzinhas de encantar, trouxe jantares, trouxe abraços, trouxe o cheiro a Natal. 2017 foi um ano preenchido, com coisas a acontecer todos os dias, sem vontade de estudar mas com  muita vontade de aprender mais.
2017 veio tapar buracos que tinham ficado abertos e veio abraçar mais. Obrigada.

sábado, 30 de dezembro de 2017

2017 || Fotografias

E quando se gosta de uma coisa, mesmo que não sejas um profissional ou um expert, fazes as coisas com todo o amor. E é por isso que gosto tanto de fotografia, é por isso que tiro tantas fotografias. E é por isso que noutro dia fui imprimir uma cambada de fotos. Porque não há melhor sensação no mundo - além de te sentires enrolado num abraço -, do que ver fotografias em papel, e poderes um dia mostrares a quem quiseres, e fazeres desenhos nas fotografias, e colar fotografias onde quiseres, e levares fotografias contigo para todo o lado. 2017 não foi um ano diferentes, e o instagram talvez não tenha gostado de ser assim tão carregado, mas olhem, é meu, e eu faço o que quiser, não é verdade? Não me importo se o feed está a combinar, se a cara está feia ou se a fotografia está desfocada. O instagram é meu. Por isso, deixo-vos as minhas fotografias preferidas do meu feed, com muito amor, pela ordem que foram colocadas.

17.
Quase a acabar aquele que foi a minha aventura em Madrid, voltei ao Parque de Atracciones de Madrid.
"Estamos echos del mismo material del que están hechos los sueños, y nuestras vidas están rodeadas de inconsciencia."

16.
Passeio bonitos por Madrid, onde há surpresas em todas as esquinas.
"A cidade está deserta, e alguém escreveu o teu nome em toda a parte."

15.
Gosto muito desta fotografia, por me representar. Não se percebe diretamente que sou eu, é uma silhueta, faz parte da minha 'identidade'.
Sol de Inverno ☀️

14.
Fui visitar os meus avós e perdi-me nos jardins.
"No seas un turista en tu vida, sé un aventurero."

13.
Esta é das minhas fotografias preferidas deste ano. Tirei imensas fotografias a adeptos neste jogo. E cada vez penso mais sobre isto e cada vez me acontece mais isto. Vou ao futebol e dou por mim a olhar para as pessoas, a ver o que fazem, a imaginar o que pensam...
Equipa da minha vida 🖤

12.
Depois de um concerto dos Azeitonas fui passear por Vila do Conde, ver o rio, ver os pescadores. Passo lá férias desde sempre e nunca tinha feito isto.
Durante a noite pesca-se. Partilham-se histórias, ouvem-se risos, vêem-se escorregadelas nas pedras, grita-se um 'quase' e um palavrão no meio de outro para dizer que se pescou um peixe mesmo grande. Todas as noites se fazem amigos e todos os dias se chega a casa com a sensação de dever cumprido. 🐟

11.
Partilhei esta fotografia cheiinha de sal do mar da vila e com o coração a abarrotar de amor.
Cresci com um verão em vila de conde, na vila, em vdc. Era a praia dos banhos, passou à praia do turismo sul. Sempre com a boca da baleia, e a fazer baleia branca. Cresci com nortadas, rajadas de vento, marés vivas, água gelada - dizem que faz bem aos ossos -, pocinhas e bandeira vermelha. Se não era o vento, era o nevoeiro. Cresci com nadadores salvadores, barracas - das azuis e brancas -. Joguei ao prego, ao arranca cebolinha, à guerra. fazíamos moches de primos. Conhecíamos as crianças que, como nós, vinham para aqui todos os verões. Desde pequenina, acordava, e a primeira coisa que fazia era ver a cor da bandeira. Queria saber se, quando chegasse, podia ir à água. Ainda apanhei, uns bons aninhos, os bolos da senhora ana, os senhores da língua da sogra, e o bar da praia com cafés baratos. Enrolei-me em muitas ondas nas praias ao lado da minha e, quando finalmente acabava aquele desespero, tinha o pai, o tio, o primo, a rir-se do que tinha acontecido. Passei dias dentro da barraca, porque o tempo teimava em não melhorar. No entanto, nós acreditávamos que ia sempre melhorar, eram só uns minutinhos. Jogávamos ao eleven, víamos o torneio de ténis, andavamos de escorrega e naquilo que, aparentemente, está em obras no parque. Chegava a casa cheia de sal no corpo e areia entranhada. Cresci com uma casa cheia. eram os tios, os primos, os amigos, os primos dos primos, os outros primos, os amigos dos primos. Cresci assim. E olhem, é a minha praia, porque 'há lugares que são pequenos abrigos para onde podemos sempre fugir'.

10.
Quando voltei a Madrid em abril/maio, apanhei o feriado de 2 de maio.
🇪🇸

9.
E porque em Salzburgo vi coisas muito bonitas pela rua.
Let's play 🙈

8.
E em Viena soube apreciar museus.
Retrato de família no Belvedere 🇦🇹

7.
E em Innsbruck vi as paisagens mais bonitas.
Chato.

6.
Em Vila do Conde todos os dias acontecem coisas bonitas.
A estrela do mar ❤️

5.
Paris e a Disney têm sempre um espaço no meu coração.
Never grow up ❤️

4.
Este ano o Guimarães noc noc teve uma exposição de fotografias mesmo bonita, onde toda a gente tirou fotografias.
A típica deste ano ✌️

3.
Ainda em modo Guimarães noc noc tive o privilégio de entrar numa casa sempre fechada, com umas das vistas mais bonitas da cidade.
'Mas, olha: - desconfia e sempre, ó Guimarães,
Quando te falam sobre aquilo que ora tens...
Só podes ufanar-te, e com toda a razão,
Sempre que digam que és o berço da Nação!'

2.
De Paris trouxe sorrisos gigantes.
Se eu pedir para repetir, volto atrás no tempo, passo os exames à frente, ou passo já para as férias? 🙌

1.
E, como é óbvio, tinha de partilhar umas das fotografias que mais me orgulho de ter tirado este ano.
De Guimarães,
com amor



Quais são as vossas preferidas? Esperavam que as minhas fossem estas?

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

2017 || Memórias e Momentos

2017, apesar de tudo, foi um ano bonito. E foi um ano de memórias boas e de memórias más, como todos os anos o são, certo? Deixo-vos um TOP 17 de memórias e momentos, coma  certeza de que foi muito difícil escolher apenas 17, posso fazer um TOP 17 de memórias e momentos #2?


17.

Perdi a Kiara, fiquei sem chão e com vontade de fugir. Os nossos animais são sempre os melhores do mundo, é como os pais, não é? No meio de tentativas de estudo e passeios por Madrid na noite de Reis, chorei muito. Porém, foi assim que conheci a minha vizinha de quarto da residência, que ouviu-me chorar e veio perguntar se estava bem. A noite de Reis foi passada em Madrid. Desde pequenina que queria que isto acontecesse. Aconteceu com as piores notícias possíveis, mas eu tenho a certeza que a estrela que guiou os Reis Magos este ano foi outra, e vai ser sempre. Vi pela primeira vez a Cabalgata de Reyes e fiquei com vontade de voltar a Madrid para voltar a viver isto.


16.

Acabei o meu semestre em Erasmus, com testes, trabalhos, passeios e visitas bonitas. Voltei ao Parque de Atracciones de Madrid para festejar o final, fiz o meu último exame dia 24 de janeiro, fui à neve - que já não ia há tanto tempo! -, vi pessoas novas a chegar e andei de manta na Gran Vía. Voltei para Portugal dia 31 de janeiro com vontade de ficar por terras espanholas, com as pessoas que conheci e voltar mais tarde.


15.
Candidatei-me à U.DREAM. E adivinhem? Entrei! Foi uma semana a dar tudo a fazer CV, ir à entrevista, enviar e-mails, fazer portfólios. E acabei a semana no auge, com um fim de semana incrível no retiro. Passei semanas com reuniões gerais, reuniões departamentais, e muita coisa a acontecer ao mesmo tempo. 


14.

Voltei a Madrid com a Inês, comi paella, fui ao Parque Warner e andei sem rumo, a apanhar autocarros para não sei onde, dormi no Debod e aproveitei ao máximo. 


13.

Celebrei o meu dia de anos com as minhas amigas, e passei o jantar dos meus anos com pessoas importantes enquanto víamos a semi final da Eurovisão. Fiz 21 anos e passei o dia com o coração bem cheio. Obrigada.


12.

Só não fui um dia ao Enterro da Gata e fui muito feliz. Fiquei super feliz ao ver a Catarina trajada no Cortejo, caí no Cortejo e levamos com a rega no Recinto.


11.
Ganhamos a Eurovisão com o Salvador Sobral a cantar a Amar Pelos Dois e apaixonei-me por essa música, ainda que não a encare como realidade, a música é muito bonita!


10.

Fui responsável por coordenar uma campanha e chorei quando acabou. Foi muito bonito e tive uma equipa incrível comigo. Tenho percebido cada vez o quão gosto das campanhas e o quão isto me faz feliz.


9.

Fui ao Gerês, muito tempo depois, passar um fim de semana. Gosto muito de Portugal e tenho aproveitado para conhecer sempre um bocadinho mais. 


8.
Estive num sonho da U.DREAM, um sonho partilhado muito, muito bonito! Começou por ser um enorme desafio, com as mãos na cabeça, mas com uma vontade enorme de ver aquelas meninas sorrir! Conseguimos que terminasse num dia de sonho incrível, com chocolate e sunset à mistura.


7.
Fui para Vila do Conde com elas e voltei para o piquenique de família. Foram dias de amor. Por saber que, independentemente do que aconteça, tenho as pessoas certas ao meu lado.


6.


Estive em Viena, Innsbruck e Salzburg em Agosto e fui à Disney em Setembro! Foram viagens que repetia muito fácil!


5.
Estive com a Joana na latada e adorei. No meio de um centro histórico tão bonito sentei-me no chão e deparei-me com uma das pessoas mais bonitas que já conheci.


4.
Fui ao Retiro da UD e tive dos momentos que mais me marcaram, um momento único de partilha. Chorei quase um dia inteiro mas foi, sem dúvida, uma dinâmica incrível, que me permitiu conhecer melhor aquelas pessoas que entraram comigo.


3.

Tive uma primeira semana de dezembro bem cheia, no meio do nosso evento e das Nicolinas.


2.

Fui a Chaves e Montalegre. Fiz a saga das paredes coloridas e apanhei a tempestade Ana no caminho de regresso. 


1.
Recebi uma das melhores notícias deste ano - que mais tarde vou partilhar com vocês -.






Natal 2017

Sabem o que é mais importante? O amor. O tempo que dás aos outros. A família. As histórias. Espero que tenham aproveitado ao máximo as melhores coisinhas mais importantes todo o ano e que, no Natal, não tenha sido exceção. Saibam aproveitar tudo o que passam. Saibam ouvir histórias. Saibam dar e receber amor. E o que pode ser melhor do que isto? Nada. Por isso percebam mesmo a importância disto e olhem, cheguem a casa, abracem, agradeçam, sorriam, e sejam mega felizes! Talvez esta seja a receita para conseguirem ser um bocadinho mais felizes neste ano que se aproxima!

domingo, 17 de dezembro de 2017

Filmes de Natal

Grinch 

The Muppet Christmas Carol

The Sound of Music

e a estes acrescentamos, claro está, os clássicos da Disney!



sábado, 16 de dezembro de 2017

A melhor prenda que já ofereci

Se 'o melhor presente é estar presente', a melhor coisa que já ofereci foi tempo. Tempo para passar dias inteiros com a minha família, tempo para vermos filmes, para conversarmos, para dar novidades, para abraçar, para dizer 'gosto mais de ti do que chocolate', para sermos uma família.
Qual foi a melhor prenda que vocês já deram?